Muitos bahá’ís, na história da Fé, foram exemplos inesquecíveis e realmente extraordinários do que o poder da ORAÇÃO pode fazer por uma pessoa.
Dorothy Baker, que escolhemos para ilustrar como um exemplo vivo e insofismável do que pode significar a oração na vida de alguém, é realmente uma dessas bahá’ís cuja vida será lembrada pela eternidade como um anjo de luz que Bahá’u’lláh escolheu para servir Sua Causa em todos os Reinos de Deus
Dorothy Baker nasceu nos Estados Unidos, em 1898, na cidade de Lima, Ohio, onde também nasceram alguns bahá’ís famosos no Brasil. O casal Edmund e Muriel Miessler, e seus filhos Margot e Bob Miessler.
Em 1937 foi eleita para a Assembléia Espiritual Nacional daquele país, onde trabalhou até ser indicada por Shoghi Effendi, em 1951, Mão da Causa de Deus.
Foi uma oradora inigualável. Falou a milhares e milhares de pessoas, em especial para estudantes universitários e colegiais nos Estados Unidos, em mais de mil palestras que deu durante vários anos.
Viajou pelo mundo inteiro, inclusive visitando o Brasil nos anos quarenta.
Sua filha, Dorothy Freeman, escreveu um lindo e extraordinário livro biográfico sobre Dorothy Baker, intitulado "From Copper to Gold" ("Do cobre ao Ouro") publicado em inglês em 1984, do qual extraímos alguns trechos, publicados a seguir.
Dorothy Baker faleceu em 1954, num desastre aéreo, quando viajava de Roma para Londres após uma longa viagem de ensino pela África e Índia. O avião em que viajava, um Comet, que ela tanto gostava, explodiu no ar sobre o Mediterrâneo.
a
Os textos seguintes são traduzidos do livro em questão. São testemunhos de pessoas que conviveram com Dorothy e relatam fatos realmente maravilhosos, extraordinários até, sobre essa querida Mão da Causa.
Gene Pritchard, fez algumas anotações de palestras de Dorothy Baker em Rice Lake, 1941, sobre a ORAÇÃO:
"Ore até sentir o contato íntimo com algo especial. Então fique atento. Deus abrirá a porta. Devemos saber qual é o primeiro desejo de Deus. Ter uma paixão espiritual magnética. Falar, Ouvir o que o silêncio interior tem a nos dizer. Ouvir a Voz de Deus. Ansiar por algo intensamente abre o recesso do coração. Ter ardor e convicção.
Lembre-se da graça da intercessão, pois é uma das forças criativas de Deus. Aqueles que ascenderam têm diferentes atributos, mas não existe separação real. O reino da misericórdia não é entendido completamente. A força que impulsiona nosso progresso é o grau de desapego, da vida consagrada, da profundidade da convicção e devoção. A profundidade de nosso contato com Deus revela o grau de nossa firmeza e fé.
Servitude é a essência do movimento.
Ore em voz alta, de forma que seu corpo seja envolvido pela oração. Isso ajuda na concentração. Existe sempre companhia divina na solitude. Uma alma nunca está só. Devemos ser sempre conscientes de Deus. "Estou longe de Ti, mas Tu estás próximo de mim." - Deus está mais próximo de nós do que nossas próprias mãos e pés. Mais próximo até que nossa respiração. A alegria é a água da vida, a causa da vivificação... A alegria aparece primeiro na vida que é inspirada, então afeta a vida dos outros...
Todo lar onde existe oração é o jardim de Deus.
Você pode perder contato depois de se ter entregue a Deus, através dos véus e nuvens de sua própria imaginação, se não orar todos os dias.
Se sentir nuvens sobre você, use a Epístola de Ahmad. Ela nunca falha. Se existia alguma parede intransponível, Martha Root usava a Epístola de Ahmad nove vezes. "Busca, ó servo de Deus, esta luz até que permaneça em alegria ilimitada." Busque condições que sejam eternas.
Se a cura é o melhor, certamente será concedida. Remédios e orações não são contraditórios. A lei da oração é superior...
As orações de uma alma não penetram os véus do Reino se não houver pureza de intenção de quem ora.
Use a Epístola de Ahmad muitas vezes para alcançar efeitos que você é capaz de fazer para confirmar outras almas. Não desperdice seu destino. Peça a Deus para usar você. "Levanta-te para aquilo para o que fostes criado." Este é o Dia de Deus. Realizemos algo na vida, mesmo que pequeno. Através de nossas ações podemos recriar vidas. Quando você ora, primeiro de tudo saiba que está na presença do Todo-Poderoso. Então ore com total desapego."
"Antes de falar a grandes audiências, Dorothy dizia que seus joelhos tremiam ao se aproximar das portas dos grandes auditórios e colégios onde falou, mas recitava a Epístola de Ahmad várias vezes. E quando, finalmente se dirigia ao público na platéia, sentia um poder espiritual tão grande como se fosse uma forte ventania que passava por ela e que fazia com que milhares de pessoas ficassem ajoelhadas diante do Bem-Amado. Isso mostrava que ela se tornara totalmente desapegada e falava somente depois que Ele houvesse falado."
Depoimento de Helen Archmvault, bahá’í de Boston
a
Testemunho de Dorothy Campbell Rougeou:
"Em janeiro de 1942, fui convidada para uma palestra bahá’í em Jackson, Mississipi. Nunca ouvira falar da Fé, nada sabendo sobre seus ensinamentos. As senhoras que me receberam à porta do salão eram muito atenciosas... Pareciam tão tranqüilas e felizes, embora demonstrando grande dignidade e reverência. Então, uma linda mulher, loira e alta, foi apresentada como a oradora da noite - a Sra. Dorothy Baker - e ela disse que gostaria de começar a reunião com uma oração de Bahá’u’lláh, o Fundador da Fé Bahá’í.
Estávamos todas sentadas e após a oração ter se iniciado senti um forte tremor em todo o corpo, que tive de segurar-me à poltrona para poder controlar-me. Meu primeiro pensamento foi que sentira uma forte calafrio, sem importância. Mas quando a oração foi encerrada, o tremor continuou. Fiquei tão trêmula que nem me lembro de tudo que ela falou. Sei que antes de concluir disse que os Bahá’ís acreditam tratar-se da Palavra de Deus para os dias de hoje, e como sempre acontece com a Palavra criativa de Deus, tinha o poder de modificar nossas vidas. Ela nos desafiou a adquirirmos um livro de orações bahá’ís, lermos trechos deles todos os dias durante duas semanas, e então iríamos nos sentir diferentes, não querendo jamais deixar de ler as orações.
Como boa batista que era, jamais lera um livro de orações em minha vida, mas achei o desafio tão extraordinário que adquiri um livro e lí-o diariamente como ela falou. Reconheci ser verdade o que falara. Depois de duas semanas jamais parei de ler as orações. Descobri também que havia me transformado. Meu coração ficara purificado das emoções negativas que tinha. Estava pronta para estudar os ensinamentos bahá’ís. Depois de alguns meses de leitura intensiva, de estudo e orações, aceitei a Fé..."
Nota : Em 1950, Dorothy Campbell mudou-se para a América do Sul para ajudar no crescimento da Fé nesta parte do mundo. Sua folha de serviços à Fé inclui a participação como membro de várias Assembléias Espirituais Nacionais da América do Sul, em muitas delas como secretária. Retornou aos Estados Unidos em 1973.
a
Testemunho da Sra. Javidkht Khádem, esposa do Mão da Causa de Deus, Sr. Dhikru’lláh Khádem, de saudosa memória:
"Dorothy Baker disse que eu deveria ficar com ela, e então fui para sua casa em Lima, Ohio. Disse-me ter um itinerário pronto para mim, para diversos firesides na área onde ela costumava dar palestras.
Todos os dias alguém me pegava e me levava para um dos firesides. Eu era muito tímida... mas a cada dia sentia-se mais confiante e feliz.
Ao final do décimo ou décimo-primeiro dia de minha estada com ela, Dorothy teve de ir à reunião da Assembléia Espiritual Nacional. E eu gostaria de visitar meu irmão que morava em Chicago. Ela disse: "Vamos no meu carro." No caminho, disse-me: "Tenho tantas coisas a fazer e não tenho tempo. Por favor, leia para mim estas cartas que recebi e anote no verso delas o que devo responder." Fiz as anotações de cada uma das cartas, como ela me dizia para escrever.
Em meio a essas atividades, ela disse: "Lembrei-me que tenho de fazer algo que estava esquecendo. Prometi orar por Elsie Austin, pois ela deseja ir de pioneira para a África e as portas estão fechadas. Quer me ajudar? "Eu disse: - Sim, certamente." Eu não sabia o que ela queria. Disse-me: "Desejo dizer a oração para a Remoção de Dificuldades 95 vezes."
Foi dizendo o oração bem devagar, e à cada palavra lágrimas corriam de seus olhos. Nunca passei por uma experiência igual. As lágrimas cobriam sua face e escorriam sobre sua roupa. Nem mesmo contei quantas vezes ela disse a oração, mas quando terminou parou o carro ao lado da estrada e desmaiou."
Abri a porta do carro e chamei: "Dorothy, Dorothy, por favor!" Depois de uns 10 minutos, ela abriu os olhos, e estava tão feliz. Disse-me: "Lamento, querida, que te preocupei tanto." Perguntei a ela: "Esta é a forma como você ora sempre?" Ela respondeu: "Existe outra forma?".
"Você faz suas orações sempre assim? Faz as Orações Obrigatórias todos os dias dessa forma?" perguntei. Ela respondeu: "Você não leu que deve esperar até sentir-se bem espiritual? Todas as manhãs faço muitas orações, de forma a poder tornar-me bem espiritual ao ponte de poder dizer minha Oração Obrigatória."
Esta foi minha viagem com Dorothy Baker."
* * *
O falecimento de Dorothy Baker foi também uma lição de vida e ensino da Fé.
E até do Reino de Abhá ela deu provas de sua existência em outro plano de vida e da continuidade de seu trabalho como bahá’í..
Leiam as narrativas seguintes, do mesmo livro "From Copper to Gold".
"Um pescador da ilha italiana de Elba, de nome Giovanni di Marco, estava em seu barco, bem ao sul da ilha, quando ouviu o som de um avião, que não podia ver, pois estava voando mais alto que as nuvens.
De repente, ouviu três explosões, uma após a outra, bem rápidas. Por um momento, tudo ficou silente. Então, várias milhas ao longe, viu algo prateado caindo das nuvens. Saia fumaça dele. Chocou-se contra o mar, levantando uma grande nuvem de água. Novamente fez-se um silêncio profundo.
Na praia, alguns dias mais tarde, uma valise de mão foi encontrada, que pertencia a um dos 28 passageiros do Comet. Dentro dela havia um folheto sobre a Fé Bahá’í. Mesmo em seus últimos instantes, Dorothy estava ensinando."
* * *
Era 10 de janeiro de 1954. O vôo do Comet deixara Roma, rumo a Londres, às 9:31 da manhã. Pouco depois explodia e mergulhava na Mar Mediterrâneo.
Muitas pessoas sonharam com Dorothy após o acidente. Narrativas impressionantes, provas cabais de que continuou viva, só que em outro plano de vida. Falou às pessoas em sonhos. Uma amiga relatou o seguinte:
"Sonhos são uma realidade diferente. Dorothy mostrou-se viva no reino do sonho. A mim, disse: "Eu nunca caí. Dirigi-me diretamente aos braços de meu Senhor."
a
Uma das provas mais extraordinárias da sobrevivência espiritual de Dorothy, e da continuidade de seu trabalho bahá’í no reino invisível, é a seguinte narrativa da Sra. Glória Faizi, hoje viúva do querido Mão da Causa, Sr. Abu’l-Qasim Faizi.
A autora do livro From Copper to Gold, assim escreveu o que foi testemunhado pela Sra. Glória Faizi, na época vivendo como pioneira na Arábia com sua família. "Logo após o acidente, visitou uma amiga árabe que tinha perdido uma filha no mesmo acidente aéreo, quando regressava à Inglaterra para reiniciar seus estudos. Quando A Sra. Faizi chegou, a amiga recebia muitos amigos, que a confortavam. Todos choravam. Parecia não haver como falar com ela a sós. A Sra. Faizi simplesmente lhe deu um exemplar do livreto "Porta Aberta", com textos bahá’ís sobre a vida após a morte e rapidamente disse-lhe algumas palavras de conforto.
Alguns dias depois, a senhora em questão contatou Glória Faizi. Disse-lhe que o livreto tinha sido a única fonte de conforto espiritual, e pediu que Glória a visitasse. As duas senhoras falaram durante algum tempo sobre a Fé Bahá’í. Então, a Sra. Faizi falou à enlutada mãe que alguém também muito preciosa havia falecido no mesmo acidente aéreo que levara sua filha, e mostrou-lhe uma fotografia de Dorothy Baker.
Ao ver a foto, a senhora tomou-a nas mãos e disse:
"Mas eu conheço essa mulher...
esta é a pessoa que veio me ver em sonhos por várias noites e que me dizia:
O Evangelho de Maria de Magdala foi encontrado no Códice de Akhmin, um texto gnóstico e apócrifo do Novo Testamento que foi adquirido pelo Dr. Carl Rheinhardt no Cairo em 1896. A tradução integral do texto só veio à luz em 1955. Embora este Evangelho tenha, no mínimo, 19 páginas, as páginas de 1 a 6 e 11 a 14 estão faltando. Embora o nome do autor não seja mencionado no texto, na literatura popular convencionou-se chamar-lhe de O Evangelho de Maria de Magdala devido ao papel preponderante da personagem em relação aos outros apóstolos. Ele foi escrito num dialeto copta e data do século IV ou V d.C. Há também um papiro em grego antigo com parte do texto e cuja datação remonta ao século III d.C. Nesse Evangelho, Maria de Magdala aparece como a herdeira espiritual e principal apóstolo de Jesus Cristo. Ela o vê após a ressurreição e lhe faz várias perguntas. O teor das respostas do Salvador mostra um tipo de Cristianismo visceralmente diferente, repleto de conceitos budistas e taoístas. Por exemplo, numa passagem, ele diz:
Todo o universo, todas as coisas formadas, todas as criaturas estão unidas umas às outras, elas dependem umas das outras e serão dissolvidas novamente em sua própria origem. Pois a natureza da matéria é ser dissolvida em sua própria essência. Quem tem ouvidos para ouvir que ouça.
E isso é muito semelhante ao conceito taoísta de Unidade conforme está expresso no capítulo 34 - Falando sobre o Tao - do Tao Te Ching:
A vida de todas as coisas deriva dele [Tao] Todas as coisas retornam a ele E ele contém todas as coisas
Em outras parte do Evangelho de Maria Madalena é narrada a jornada da alma após a morte e os desafios por que ela tem de passar. Esse trecho é muito semelhante ao Livro Tibetano dos Mortos, segundo o qual a alma encontra deidades pacíficas e furiosas em sua jornada após a separação do corpo.
E a alma disse: ‘Por que me julgaste apesar de eu não haver julgado? Eu estava aprisionada; no entanto, não aprisionei. Não fui reconhecida que o Todo se está desfazendo, tanto as coisas terrenas quanto as celestiais.’ “Quando a alma venceu a terceira potência, subiu e viu a quarta potência, que assumiu sete formas. A primeira forma, trevas; a segunda, desejo; a terceira, ignorância; a quarta é a comoção da morte; a quinta é o reino da carne; a sexta é a vã sabedoria da carne; a sétima, a sabedoria irada. Essas são as sete potências da ira.
Não há dúvida de que o texto lança uma nova perspectiva sobre as origens do Cristianismo. Segundo Karen L. King, professora de História Eclesiástica da Universidade de Harvard, o Evangelho Apócrifo de Maria Madalena oferece “um olhar intrigante para um tipo de Cristianismo perdido há mais de mil e quinhentos anos.” Ela reafirma que o evangelho “apresenta uma interpretação radical dos ensinamentos de Jesus como caminho espiritual interior; ele rejeita o sofrimento e morte como caminho para a vida eterna; ele expõe a visão errônea de que Maria de Magdala foi uma prostituta pelo que ele é: uma ficção teológica; ele apresenta o argumento mais honesto e convincente num escrito sobre o Cristianismo antigo para a legitimação da liderança feminina; ele oferece uma crítica ferrenha sobre o poder ilegítimo e a visão utópica de perfeição espiritual; ele desafia nossa visão romântica sobre a harmonia e unanimidade dos primeiros cristãos; e ele nos faz repensar sobre a base da autoridade da igreja.” Ela também observa que as tensões no Cristianismo do segundo século estão refletidas no “confronto entre Maria Madalena e Pedro, que é um cenário encontrado também no Evangelho de Tomás, no Pistis Sophia e no Evangelho copta dos Egípcios. Pedro e André representam posições ortodoxas que negam a validade da revelação esotérica e rejeitam a autoridade feminina para ensinar a doutrina.” Abaixo está o fragmento traduzido.
Evangelho Apócrifo de Maria Madalena [Fragmento]
[…]então, a matéria será salva ou não?
O Salvador disse: Todo o universo, todas as coisas formadas, todas as criaturas estão unidas umas às outras, elas dependem umas das outras e serão dissolvidas novamente em sua própria origem. Pois a natureza da matéria é ser dissolvida em sua própria essência. Quem tem ouvidos para ouvir que ouça”.
Pedro lhe disse: “Já que nos explicaste tudo. Diz-nos isso também: o que é o pecado do mundo?”
Jesus disse: “Não há pecado; sois vós que os criais, quando fazeis coisas da mesma espécie que o adultério, que é chamado ‘pecado’. Por isso, Deus-Pai veio para o meio de vós, para a essência de cada espécie, para conduzi-la a sua origem”.
Em seguida disse: “Por isso adoeceis e morreis […] Aquele que compreende minhas palavras, que as coloque em prática. A matéria produziu uma paixão sem igual, que se originou de algo contrário à Natureza Divina. A partir daí, todo o corpo se desequilibra. Essa é a razão por que vos digo: tende coragem, e se estiverdes desanimados, procurai força das diferentes manifestações da natureza. Quem tem ouvidos para ouvir que ouça.”
Quando o Filho de Deus assim falou, saudou a todos dizendo: “A Paz esteja convosco. Recebei minha paz. Tomai cuidado para que ninguém vos afaste do Caminho, dizendo: ‘Por aqui’ ou ‘Por lá’, pois o Filho do Homem está dentro de vós. Segui-o. Quem o procurar, o encontrará. Prossegui agora, então, pregai o Evangelho do Reino. Não estabeleçais outras regras, além das que vos mostrei, e não instituais como legislador, senão sereis cerceados por elas”. Após dizer tudo isso, partiu.
Mas eles estavam profundamente tristes. E falavam: “Como vamos pregar aos gentios o Evangelho do Reino do Filho do Homem? Se eles não o procuraram, vão poupar a nós?” Maria Madalena se levantou, cumprimentou a todos e disse a seus irmãos: “Não vos lamentais nem sofrais, nem hesiteis, pois sua graça estará inteiramente convosco e vos protegerá. Antes, louvemos sua grandeza, pois Ele nos preparou e nos fez homens.” Após Maria ter dito isso, eles entregaram seus corações a Deus e começaram a conversar sobre as Palavras do Salvador.
Pedro disse a Maria: “Irmã, sabemos que o Salvador te amava mais do que qualquer outra mulher. Conta-nos as palavras do Salvador, as de que te lembras, aquelas que só tu sabes e nós nem ouvimos”.
Maria Madalena respondeu dizendo: “Esclarecerei a vós o que está oculto”. E ela começou a falar essas palavras: “Eu…”, disse ela, “Eu tive uma visão do Senhor e contei a Ele: ‘Mestre, apareceste-me hoje numa visão’. Ele respondeu e me disse: ‘Bem-aventurada sejas, por não teres fraquejado ao me ver. Pois, onde está a mente, há um tesouro’. Eu lhe disse: ‘Mestre, aquele que tem uma visão vê com a alma ou com o espírito?’ Jesus respondeu e disse: “Não vê nem com a alma nem com o espírito, mas com a consciência, que está entre ambos -assim é que tem a visão […]”.
E o desejo disse à alma: ‘Não te vi descer, mas agora te vejo subir. Por que falas mentira, já que pertences a mim?’ A alma respondeu e disse: ‘Eu te vi. Não me viste, nem me reconheceste.
Usaste-me como acessório e não me reconheceste.’ Depois de dizer isso, a alma foi embora, exultante de alegria. “De novo alcançou a terceira potência, chamada ignorância. A potência, inquiriu a alma dizendo: ‘Onde vais? Estás aprisionada à maldade. Estás aprisionada, não julgues!’
E a alma disse: ‘Por que me julgaste apesar de eu não haver julgado? Eu estava aprisionada; no entanto, não aprisionei. Não fui reconhecida que o Todo se está desfazendo, tanto as coisas terrenas quanto as celestiais.’ “Quando a alma venceu a terceira potência, subiu e viu a quarta potência, que assumiu sete formas. A primeira forma, trevas; a segunda, desejo; a terceira, ignorância; a quarta é a comoção da morte; a quinta é o reino da carne; a sexta é a vã sabedoria da carne; a sétima, a sabedoria irada. Essas são as sete potências da ira. Elas perguntaram à alma: ´De onde vens, devoradora de homens, ou onde vais, conquistadora do espaço?’ A alma respondeu, dizendo: ‘O que me subjugava foi eliminado e o que me fazia voltar foi derrotado…, e meu desejo foi consumido e a ignorância morreu. Num mundo fui libertada de outro mundo; num tipo fui libertada de um tipo celestial e também dos grilhões do esquecimento, que são transitórios.
Daqui em diante, alcançarei em silêncio o final do tempo propício, do reino eterno’.”
Depois de ter dito isso, Maria Madalena se calou, pois até aqui o Salvador lhe tinha falado. Mas André respondeu e disse aos irmãos: “Dizei o que tendes para dizer sobre o que ela falou. Eu, de minha parte, não acredito que o Salvador tenha dito isso. Pois esses ensinamentos carregam idéias estranhas”. Pedro respondeu e falou sobre as mesmas coisas. Ele os inquiriu sobre o Salvador: “Será que ele realmente conversou em particular com uma mulher e não abertamente conosco? Devemos mudar de opinião e ouvirmos ela? Ele a preferiu a nós?” Então Maria Madalena se lamentou e disse a Pedro: “Pedro, meu irmão, o que estás pensando? Achas que inventei tudo isso no mau coração ou que estou mentindo sobre o Salvador?” Levi respondeu a
Pedro: “Pedro, sempre foste exaltado. Agora te vejo competindo com uma mulher como adversário. Mas, se o Salvador a fez merecedora, quem és tu para rejeitá-la? Certamente o Salvador a conhece bem. Daí a ter amado mais do que a nós. É, antes, o caso de nos envergonharmos e assumirmos o Homem Perfeito e nos separaremos, como Ele nos mandou, e pregarmos o Evangelho, não criando nenhuma regra ou lei, além das que o Salvador nos legou.”
Depois que Levi disse essas palavras, eles começaram a sair para anunciar e pregar.
Esta entrada foi publicada em Quarta-feira, Janeiro 17th, 2007 às 12:03 pm
Em 1983, a prisão de 10 mulheres e jovens bahá'ís pelas autoridades iranianas, repercutiu internacionalmente. A acusação contra elas: Ensinar aulas sobre religião para crianças bahá´ís. Durante meses, essas mulheres sofreram intensa tortura física e mental, com o intuito de forçá-las a negar sua Fé - uma "opção" que tem sido forçada sobre prisioneiros bahá'ís. Todas acreditavam ser um dever sagrado prover educação às crianças bahá´ís, em especial os ensinamentos morais e espirituais de sua Fé, — especialmente porque o governo havia excluído as crianças bahá'ís de freqüentar asescolas regulares. Mas como a maioria dos bahá'ís presos no Irã, elas recusaram a negar suas crenças e foram executadas.
A mais jovem delas chamava-se Mona Mahmudnizhad, uma estudante de 17 anos de idade. Em meio à constantes interrogatórios, foi chicoteada nas solas dos pés com um cabo de aço e forçada a caminhar com os pés sangrando.
Assim como as outras, permaneceu firme em sua fé, chegando a beijar a corda na forca, antes de ela mesmo colocá-la em volta de sua própria garganta.
Durante o julgamento de outra das mulheres, Roya Ishraqi, uma estudante veterinária de 23 anos de idade, testemunhas afirmam que o juiz disse: “Você pode se livrar de toda essa agonia com apenas uma palavra. Basta dizer que não é bahá´í e farei com que seja libertada....”
A jovem Roya respondeu: “Não trocarei minha fé nem pelo mundo inteiro.”
Outra jovem mulher, Zarrin Muqimi-Abyanih, com a idade de 28 anos, respondeu corajosamente aos seus interrogadores, que tinham a intenção de fazê-la renegar sua fé: “Vocês aceitando ou não, afirmo ser bahá´í. Vocês não podem tirar minha fé de mim. Sou bahá'í, com todo o meu ser e todo o meu coração.”
No dia 18 de Junho de 1983, uma a uma, primeiro as senhoras mais idosas, então as jovens, foram enforcadas enquanto as outras eram forçadas a assistir, na expectativa das autoridades de que diante do que viam elas acabariam renegando sua fé e abdicando de sua liberdade de escolha.
A história de Mona mereceu muita atenção mediática: vários livros publicados, foram publicados muitos artigos em revistas e jornais e até um videoclip descrevendo o seu martírio.
Olya Roohizadegan nasceu em 1943, na cidade de Jahrum, Irã. É autora do livro A HISTÓRIA DE OLYA, em lançamento no Brasil pela Editora Planeta Paz. Trabalhou por cerca de dez anos na Companhia Iraniana de Petróleo, como gerente de pessoal. Em 1982, durante um período dos mais fortes e cruéis das perseguições aos bahá’ís no Irã, o Governo Islâmico revolucionário determinou que a Companhia de Petróleo demitisse todos os funcionários que fossem membros da Fé Bahá’í. Olya foi demitida por ser bahá’í e por ter participação destacada na administração bahá’í na cidade onde residia naquela época, Shiráz, sul do Irã. Sua casa foi atacada por guardas revolucionários e ela levada à prisão. Durante os dois meses em que esteve presa, passou por interrogatórios intensos, diariamente, por pressões de todo tipo e torturas mentais, a fim de que renegasse sua fé e revelasse os nomes de outros bahá’ís, o que ela recusou decididamente, tendo então sido sentenciada à morte. Foi libertada mediante o pagamento de fiança de elevado valor, mas logo em seguida tentaram prendê-la novamente. Conseguiu fugir para a capital, Teerã, e de lá para o Paquistão, onde obteve o status de refugiada junto às Nações Unidas. Foi-lhe permitido ir à Inglaterra, como refugiada, onde viviam seus dois filhos mais velhos. Chegou a Londres em março de 1984. Dez de suas companheiras de prisão foram condenadas à morte por enforcamento, pelo fato de serem bahá’ís e terem se negado a renunciar sua fé. Tais execuções abalaram o mundo e provocaram incontáveis protestos oficiais junto ao governo do Irã de parte de governos e organizações de defesa dos direitos humanos. Olya prometera às suas amigas que se fosse libertada iria contar ao mundo todo a história do sacrifício e da coragem imbatível daquelas mulheres extraordinárias. Conforme prometido, Olya escreveu toda a história daquele período trágico em um livro, que intitulou de "A História de Olya", publicado pela primeira vez, em inglês, em 1993, e cuja edição em português está sendo lançada em agosto/97 no Brasil, com a presença da autora. Este livro já está traduzido para o alemão e para o espanhol. Logo após ter-se estabelecido na Inglaterra, Olya iniciou uma série de viagens pela Europa e América do Norte, tendo visitado várias cidades do Reino Unido, Alemanha, Áustria, Luxemburgo, Estados Unidos e Canadá, viajando também para a Austrália e Nova Zelândia, inclusive para testemunhar junto à Comissão de Direitos Humanos em Genebra, Suiça. Suas viagens receberam ampla cobertura da imprensa e suscitaram vivo interesse de parte de instituições ligadas aos Direitos Humanos e das Nações Unidas, bem como de muitos líderes de pensamento - devido ao impacto que suas informações e narrativas de experiências pessoais provocavam junto às pessoas. Manteve entrevistas com Ministros de Estado, representantes de organizações de defesa dos direitos humanos, jornalistas, diretores e alunos de universidades e escolas. Todos que a ouviam falar ficavam muito impressionados com a sinceridade e detalhadamento das injustiças que ela e suas amigas bahá’ís tiveram de suportar, fruto de um fanatismo cego e cruel. Em apelo à ONU para interceder em favor dos oprimidos bahá’ís no Irã, Olya falou perante a Comissão de Direitos Humanos, em Genebra, e no Parlamento Europeu, em Estrasburgo. Seus apelos foram atendidos imediatamente, e desde então, não só as Nações Unidas, como os principais governos do mundo ocidental têm repetidamente se dirigido ao governo do Irã para garantir liberdade religiosa aos bahá’ís e restabelecer-lhes todos os direitos de cidadania. Muito já foi conseguido e, aos poucos, espera-se que a situação se normalize definitivamente. Olya vive atualmente na cidade de Chelmsford, Essex, Inglaterra, com o esposo e o filho mais jovem. Seus dois filhos mais velhos residem na Austrália.
Assembléia Nacional do Chile informa sobre a construção do Templo
TRADUÇÃO
notícia do dia 12 de março de 2007.
Às Assembléias Espirituais Nacionais do continente sul-americano
Queridos amigos,
Dois anos se passaram desde a última vez em que lhes relatamos sobre o nosso Templo Mãe, quando compartilhamos com vocês e suas comunidades um boletim informando sobre o progresso desse majestoso projeto, com alguns materiais para suas publicações internas. Desde então, o projeto tem passado por um avanço contínuo em diversas frentes, embora seu curso e coordenação tenham dificultado manter nossos irmãos e irmãs sul-americanos devidamente informados de seu andamento. A esta altura, a Assembléia Espiritual Nacional deseja compartilhar, dentro do marco atual das circunstâncias, alguns dos mais recentes acontecimentos com relação a esse empreendimento.
1. O projeto do Templo Bahá’í para a América do Sul recebeu uma menção do prêmio “Progressive Architecture” (Arquitetura Progressiva), considerado a distinção mais proeminente no mundo da arquitetura. Além de ser motivo de felicidade para os profissionais envolvidos e para o mundo bahá’í em geral, o reconhecimento elevou o prestígio do projeto.
2. O desafio técnico que representava resolver o complexo projeto e os intrincados cálculos que o mesmo envolve já foi completado. Paralelamente, foram realizados os testes necessários dos materiais para se estudar sua resistência e assegurar que atendam satisfatoriamente os aspectos de segurança e durabilidade. Junto a isso, todas as peças e partes necessárias para erguer a estrutura foram definidas e sua fabricação iniciada no Canadá. Tem-se trabalhado estreitamente com os fabricantes para assegurar que, dada a enorme complexidade de toda a estrutura, os preços de fabricação não sejam elevados e o resultado desejado seja alcançado.
3. Em outros detalhes, houve evolução e ajustes no projeto original. Por exemplo, a entrada principal da Casa de Adoração, que permite a entrada no prédio voltado para o Qiblih, será mais ampla e emoldurada em uma estrutura de bronze antigo. Tanto na base do Templo como no nível do mezanino, serão colocadas amplas portas e janelas que poderão ser abertas para permitir uma maior conexão com a paisagem em volta.
Com relação ao local do futuro Templo, este assunto representou um dos mais desafiadores e imprevisíveis aspectos do projeto. Cerca de dois anos atrás, após termos sido convidados pelas autoridades para considerarmos um espaço dentro do Parque Metropolitano de nossa capital para nele construir o Templo, tal possibilidade suscitou uma enorme atenção para o projeto e para a nossa comunidade, mas por várias razões essa opção não pôde ser concretizada. A subseqüente compra de uma propriedade ao norte da cidade – em abril de 2005 – levou ao anúncio da realização da cerimônia de colocação da pedra fundamental, um evento que foi suspenso por razões técnicas relacionadas à construção naquele local. Isto foi seguido por um extensivo trabalho para obter a permissão e os direitos relacionados a uma obra dessa magnitude, um processo que ainda não foi finalizado. Embora continuem os esforços para habilitar esse local para a construção, houve uma mudança na escala de custos para construir nessa propriedade, que nos levou a considerar outras alternativas. Atualmente, está sendo avaliada uma nova opção que poderia ser de grande interesse para os objetivos do projeto. Essa opção está localizada dentro dos limites da cidade de Santiago e oferece uma vista magnífica da cidade, dando ao projeto e à nossa comunidade um elevado status.
Confiamos na sabedoria divina que traça o caminho percorrido pelo projeto, abençoados pela guia contínua de nossa bem amada Casa Universal de Justiça, e nos preparamos para as oportunidades que cada vez mais nos serão oferecidas. Suas fervorosas orações e as de suas comunidades serão muito apreciadas, não somente para o arquiteto Siamak Hariri e seu grupo de colaboradores, mas também para que possamos ser inspirados e fortalecidos pela graça abundante de Nosso Bem-Amado, para que possamos expressar, em nome de nossa comunidade continental, a devoção, a capacidade e consagração que esse sagrado empreendimento exige de nós.
Com amorosas saudações,
Assembléia Espiritual Nacional dos Bahá’ís do Chile
Começa a construção de componentes para o Templo na América do Sul
TORONTO, Canadá, 19 de Fevereiro de 2007 (Baha'i World News Service) -- Após meses de testes a um tipo especial de computador para a exclusiva Casa de Adoração Bahá’í a ser construída no Chile, arquitetos anunciaram que a fabricação de componentes para a estrutura já começou.
Este marco veio assim que o design para o prédio recebeu um renomado prêmio de arquitetura – uma citação da revista Arquitetura em sua competição anual "Arquitetura Progressiva". O prêmio, estabelecido em 1954, está entre as mais prestigiadas honrarias concedidas a projetos ainda não construídos.
O Templo Bahá’í no Chile é um dentre oito projetos de todo o mundo que recebeu prêmio ou citação na edição deste ano.
"Para arquitetos, é o prêmio que reconhece designs que caminham em uma nova direção," disse Siamak Hariri -- da Hariri Pontarini Architects, de Toronto, a empresa que fez o design da Casa de Adoração e está supervisionando sua construção. Representantes da empresa viajaram para Nova Iorque no mês passado para a cerimônia de premiação.
Sr. Hariri descreve o prédio como um "Templo de Luz." A estrutura será criada por nove "asas" translúcidas em alabastros e moldes de vidro, que durante o dia permitirão que a luz do sol possa nele penetrar. À noite o Templo emitirá um amistoso resplendor da luz interior.
Os enormes segmentos que formarão as laterais e o domo (cúpula) do prédio estão sendo fabricados em Toronto e então serão transportados para o Chile.
"É um pouco incomum, mas é a forma mais efetiva em custo para se fazer," Sr. Hariri afirmou sobre como é fazer parte do trabalho estando fora da região. Cinco países, incluindo o Chile, foram considerados para a fabricação, mas a oferta canadense se mostrou a mais acessível, ele disse.
Extensivos e detalhados testes, agora em estágios finais, provaram que um modelo chave de computador para o templo "estava 100% acurado," ele disse. Esta foi uma notícia estimulante para os arquitetos, porque isto significa que o projeto procede agora para a fabricação sem ajustes significativos, ele disse.
Parte dos testes envolveram a fabricação de um modelo numa escala de um sexto de uma das estruturas metálicas que formarão as laterais do templo.
O software de engenharia usado para o modelo é freqüentemente usado na indústria aeroespacial mas raramente tem sido usado por arquitetos, disse Sr. Hariri.
Irá levar de dois a três anos para completar as partes do templo que estão sendo fabricadas no Canada. No local em que será estabelecido no Chile, a construção da fundação está prevista para iniciar no próximo Outubro.
O Templo em Santiago será a oitava da Casas de Adoração Bahá’í. Todas têm um domo e nove lados mas mesmo assim diferem fortemente em aparência. Os outros Templos estão localizados na Índia, Alemanha, Estados Unidos, Austrália, Panamá, Uganda e Samoa.
A Casa da Adoração no Chile, como as outras, será financiada inteiramente por contribuições voluntárias dos bahá’ís em todo mundo. O custo do projeto no Chile é estimado em US$ 27 milhões.
Nas Escrituras Bahá’ís, Bahá’u’lláh designou as Casas de Adoração como locais de recolhimento para oração e meditação, que no futuro serão destinados a serem o centro de um grupo de construções abrigando instituições sociais, humanitárias, educacionais, e científicas.
Fonte: BWNS - Compartilhada a tradução por Enoch Pourksaly, de Contagem (MG).
"...Sempre pensei que os amigos se deviam sentir felizes e contentes. Se eu alguma vez via uma alma a sofrer, mesmo que esse sofrimento fosse ínfimo e mesmo que esse sofrimento não tivesse qualquer razão de ser, mesmo assim, eu lutava com todas as minhas forças para acabar com essa tristeza, para fazer essa pessoa feliz...
Sempre encobri os erros dos outros para que parecesse que eu os não sabia ou que estava distraído. Eu não me permitia falar sobre os erros dos outros para que pensassem que eu nunca estava informado sobre eles ou que sobre eles era totalmente ignorante … porque se um sentimento de mágoa transparecesse e se mantivesse dia após dia, esse sentimento iria aumentar e não produziria nada de bom.
Devem seguir o exemplo de ‘Abdu’l-Bahá; devem ser modestos e evanescentes. Não estejam atentos aos feitos dos outros. Toda a vossa atenção deve estar concentrada na Causa de Deus e a Causa de Deus deve ser o limite da vossa visão para que deste modo não prestem atenção ou dêem significado a certos acontecimentos …
O ímã que atrai as confirmações divinas é a modéstia, a modéstia, a modéstia, a evanescência, a evanescência, a evanescência. Viram até que ponto ‘Abdu´l-Bahá era modesto e desprendido de si próprio. Sigam o exemplo de ‘Abdu’l-Bahá e ergam-se ao serviço do divino Limiar. Espero que a Abençoada Beleza vos recompense e tenho a certeza de que o fará. Sintam-se felizes, radiantes e confiantes em todos os momentos. Eu tenho um enorme amor por vós e é pela força deste meu amor por vós que vos escrevo esta carta.
‘Abdu’l-Bahá ‘Abbas."
Fonte: Assembléia Espiritual Nacional dos Bahá´ís de Portugal Tradução do Persa para Inglês: Khazeh Fananapazir Tradução do Inglês para Português: Teresa Pereira
Quando a Semente Germina e dá Belos Frutos: uma história encantadora!
Família Acosta e... agregados, em Goiânia!...
Em abril de 1977, dona Zia Pezeshkzad, uma bahá’í iraniana, vinda de terras longínquas, para falar do Seu Bem-Amado Bahá’u’lláh, após descer em São Paulo, juntamente com seu querido esposo Heshmatolláh e filhos, fizeram sua escolha para serem pioneiros da Fé, em Goiânia-Goiás... E assim tudo começou!...
Ao chegar nesta cidade, encontrou um casal de bahá’ís, vindos de Brasília, Sr. José Gonçalves, agora falecido, e sua esposa Sra. Oedes, e assim foi conseguindo fazer seu trabalho e chamando mais pessoas para se ingressarem na Causa de Deus.
Mas, uma história impressionante marca a Comunidade Bahá’í de Goiânia. Dona Zia na época queria dar Aulas Bahá’ís para Crianças, sem medo saiu à procura delas. Encontrou uma família moradora no Setor Bela Vista, Sr. Francisco Silvério Acosta e Sra. Maria Evódia Vilasboas Jara de Acosta, agora falecida. O casal com seis filhos receberam de Dona Zia, um convite para que deixassem seus filhos, participar de Aulas Bahá’ís para Crianças; explicou para eles que estas aulas eram para eles adquirirem virtudes e valores humanos necessários para a formação do caráter das crianças. Dona Zia muito amável e gentil convidou a Sra. Maria Evódia e Sr. Francisco Acosta, para que pudessem assistir algumas aulas e ficassem conhecendo o trabalho, eles participaram e permitiram que seus 06 filhos continuassem sendo alunos de Dona Zia. As aulas aconteciam na casa do casal bahá’í, Sr.Bernard Steer e Sra.Sally Steer, vindos da Inglaterra e Indonésia; e também na casa do casal Sr. Jimmy Sacco e Sra. Janine Sacco, vindos dos Estados Unidos.
Estas crianças foram crescendo e aprendendo a viver dentro dos ensinamentos bahá’ís. A família Acosta passou por duras provações, inclusive com a perda prematura da mãe, Sra. Maria Evódia, que faleceu ainda muito jovem, deixando os 06 filhos na responsabilidade do Sr. Francisco Acosta que viajava muito. A adolescente Eleuza Acosta; a única filha mulher ajudou seu pai a assumir o papel de mãe, e teve que, desde muito jovem demonstrar suas boas ações, aprendidas nas aulas de virtudes e valores humanos, para aplicar na vida da família. Segundo o que já me relatou Eleuza, sua família viveu durante muitos anos, dias sombrios e de amarguras, devido a provações que lhes sobrevieram, sobretudo pela falta de sua mãe.
Eleuza juntamente com seu irmão Aluísio, permaneceram firmes como uma rocha e participantes de todas as atividades bahá’ís, dentro e fora da comunidade. Ela se tornou professora de Aulas Bahá’ís para Crianças, tão logo que aprendera com sua professora Dona Zia. Disse-nos que seu maior prazer era dar estas aulas; e que percorria longas distâncias de ônibus, não importava o tempo, se era sol ou chuva, ali estava ela para dar a famosa aulinha de criança, como nossas crianças adoram chamar.
Até hoje Eleuza nunca parou de dar aulas bahá’ís, e disse, ser ela e sua família, tão abençoada e protegida por Deus, que nem mesmo ela consegue descrever, e que através disto Deus já ouviu suas preces e lhe respondera nos momentos de maiores dores já vividas; e com respostas inusitantes.
Mas o fato mais marcante e lindo desta história está na vida de Sr. Francisco Acosta, mesmo que ele nunca tenha se declarado bahá’í oficialmente, ele vem acompanhando de perto a vida e exemplo de seus filhos, desde aquela brilhante época, que marcaria para sempre a história da Fé Bahá’í em Goiânia. Para sua grande felicidade viu todos os seus filhos se declararem bahá’ís, desde quando completavam 15 anos de idade. Fatos estes que o fizeram hoje ser um homem abençoado, e um grande colaborador para o crescimento da Causa de Deus. A história de sua casa hoje é um fato raríssimo, porque não dizer único.Ele cumpre com as determinações da Casa Universal de Justiça, quando permitiu que fosse aberta, para que sejam realizadas ali, as Quatro Atividades Básicas, como: Reunião Devocional-, Círculo de Estudos, -Aula Bahá’í para Crianças; e Grupo de Pré-Jovens. Ainda colabora com a aquisição de materiais para as aulas de crianças há muito tempo, todas estão acontecendo semanalmente.Segundo o que ouvi algumas destas atividades acontecem no quintal debaixo de um pé de mangas.
Sempre que pode Sr. Francisco Acosta, está presente em reuniões especiais e eventos bahá’ís, onde recita orações na língua Tupi-Guarani. Dos frutos recebidos e das bênçãos alcançadas durante o percurso destes anos, são que, entre seus filhos, noras e genro; cinco deles são membros da Assembléia Espiritual Local de Goiânia e de Aparecida de Goiânia, um destes filhos e uma nora, são membros da Assembléia e do CEA, e alguns deles já foram membros do Conselho Bahá’í e delegados. Hoje, Eleuza Acosta, também é Coordenadora do Instituto em Goiânia. Dos filhos do Sr. Francisco, vários se formaram em direito; e outros estão cursando curso superior. Já tem netos declarados e os menores de 15 anos são ativos na Fé.
Veja a galeria de nomes desta família que faz parte desta história:
Sr. Francisco Silvério Acosta, Sra.Maria Evódia Vilasboas Jara de Acosta (falecida) Sra.Eleuza Gurgel Acosta (membro da Assembléia Espiritual Local de Goiânia e Instituto) Sr. Aluísio Gurgel Acosta (membro da Assembléia Espiritual Local de Goiânia e Comitê de Ensino de Área) Sr. Ferdinando Gurgel Acosta (membro Assembléia Espiritual Local de Aparecida Goiânia) Sr. Lucindo Gurgel Acosta Sr. Ruberval Gurgel Acosta Sr. Elison Gurgel Acosta Sr. Dalmo Nascimento (Genro e membro da Assembléia Espiritual Local de Goiânia) Sra. Lucélia Maria Coelho (Nora e membro da Assembléia Espiritual Local de Goiânia e do Comitê de Ensino de Área) Sra. Márcia Acosta.(Nora e Mbro da Assembléia Espiritual Local de Goiânia)
Francisco Silvério Acosta é um dos tesouros que Bahá’u’lláh, através de Suas palavras predisse que Deus levantaria na Terra para lhe auxiliar em Sua Causa.
“Muito em breve Deus levantará os tesouros da Terra - homens que te auxiliarão por meio de Ti Mesmo e de Teu Nome, com que Deus revigorou os corações daqueles que O reconheceram”. Bahá’u’lláh
Esta história marcará a história da Fé Bahá’í em Goiânia, comprovando assim, a eficácia que geram as Aulas Bahá’ís para crianças. Creio que centenas de histórias como esta, estão presentes nas comunidades bahá’ís de todo o mundo bahá’í. Mostrando que, como a Casa Universal de Justiça declara:
“As crianças são o tesouro mais precioso que uma comunidade possui”.
-O Blog é o futuro do veiculo de comunicação—uma ferramenta de grande interação, extraordinária.
-Os Blogs começaram a fazer uma grande concorrência com os meios de comunicação.
-Na Internet o crescimento é intenso, mais que os de jornais gráficos—ela virou uma febre mundial.
-No universo dos Blogs – nem todos sobrevivem, assim como nos negócios nem todos sobrevivem.
-A Internet é um mar de informações, o Blog é apenas um grão de areia no mundo On-line.
Josias de Souza, jornalista da Folha de São Paulo, palestrante do dia 01/09/07, sobre “A mídia no século XXI”, dissecando para os participantes o funcionamento de seu blog - um dos mais acessados no país (320 mil acessos diários) - comentou sobre a dinâmica da cobertura jornalística hoje e tendências da mídia nacional e internacional, havendo uma ótima troca de idéias com os presentes.
Catarina Cavalcante de Jesus
Representante Bahá´í de Mídia em Goiânia-Goiás
"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos" -Bahá'u'lláh-
Palestrante no II Seminário Nacional Bahá'í de Mídia.
Ilustríssima presença do jornalista, Vicente Adorno, produtor e editor da (TV Cultura de São Paulo), diretor roteirista dos documentários Os Seguidores da Glória, a Arquitetura da Unidade.
Ele se apresenta e fala de sua grande satisfação em ter conhecido sobre a Fé Bahá’í.
-Nós às vezes precisamos de um acontecimento até trágico, para nos lembrar-mos de que precisamos nos voltar para o nosso interior.
-Nada que fizermos para o nosso lado exterior, não pode nos trazer felicidade—a felicidade está muito perto de nós– nada reclama e está sempre ao nosso dispor, algo que nos traz a verdadeira felicidade—a busca espiritual
-Nós somos presas fácil de nossa vaidade, e por isso precisamos termos cuidado com o nosso ego.
-Nós não podemos supor que o que estamos fazendo é assim e tem que ser definitivo, às vezes não somos nós que ditamos o nosso caminho, mas o caminho é que dita para nós—precisamos ter humildade.
-Nunca duvide da sua própria capacidade.
-“O que mais me encantou em vocês, foi esta abertura que vocês têm para o mundo e para uma mudança das situações e fatos que o mundo está vivendo”—Vicente Adorno—.
-”As transformações tecnológicas, não são boas e nem ruins, é nós que fazemos à diferença, de fazê-la boa—precisamos dominá-la e fazer de coração mesmo o nosso trabalho com a comunicação”.
-Não existe máquina inteligente, somos nós é que colocamos inteligência nela.
-Mostre o direito de igualdade entre homens e mulheres, sempre que forem apresentar os princípios da Fé –como o Iradj me mostrou, quando me procurou pela primeira vez, isto me deixou, impressionado e me senti um homem muito mal informado quando recebi esta informação.
Catarina Cavalcante de Jesus
Representante Bahá'í de Mídia em Goiânia-Goiás
"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos" -Bahá'u'lláh-
Palestrante no II Seminário Nacional Bahá'í de Mídia.
Ilustríssima presença do jornalista, Vicente Adorno, produtor e editor da (TV Cultura de São Paulo), diretor roteirista dos documentários Os Seguidores da Glória, a Arquitetura da Unidade.
Ele se apresenta e fala de sua grande satisfação em ter conhecido sobre a Fé Bahá’í.
-Nós às vezes precisamos de um acontecimento até trágico, para nos lembrar-mos de que precisamos nos voltar para o nosso interior.
-Nada que fizermos para o nosso lado exterior, não pode nos trazer felicidade—a felicidade está muito perto de nós– nada reclama e está sempre ao nosso dispor, algo que nos traz a verdadeira felicidade—a busca espiritual
-Nós somos presas fácil de nossa vaidade, e por isso precisamos termos cuidado com o nosso ego.
-Nós não podemos supor que o que estamos fazendo é assim e tem que ser definitivo, às vezes não somos nós que ditamos o nosso caminho, mas o caminho é que dita para nós—precisamos ter humildade.
-Nunca duvide da sua própria capacidade.
-“O que mais me encantou em vocês, foi esta abertura que vocês têm para o mundo e para uma mudança das situações e fatos que o mundo está vivendo”—Vicente Adorno—.
-”As transformações tecnológicas, não são boas e nem ruins, é nós que fazemos à diferença, de fazê-la boa—precisamos dominá-la e fazer de coração mesmo o nosso trabalho com a comunicação”.
-Não existe máquina inteligente, somos nós é que colocamos inteligência nela.
-Mostre o direito de igualdade entre homens e mulheres, sempre que forem apresentar os princípios da Fé –como o Iradj me mostrou, quando me procurou pela primeira vez, isto me deixou, impressionado e me senti um homem muito mal informado quando recebi esta informação.
Catarina Cavalcante de Jesus Representante Bahá'í de Mídia em Goiânia-Goiás
"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos" -Bahá'u'lláh-
Uma rede de profissionais pela Paz & Unidade da Humanidade
(31 DE AGOSTO A 02 DE SETEMBRO) BRASÍLIA
31 De agosto de 2007: Abertura Oficial
Abertura Oficial: Washington Araújo faz a abertura e a apresentação de membros da Assembléia Espiritual Nacional que estavam presentes neste seminário como; Sra. Guitty Milani, Sra. Solange Aurora, Sr. Carlos Alberto Silva, Washingtom Araújo e Sr.Neissan Monadjem. Também a ilustríssima presença do jornalista, Vicente Adorno, produtor e editor da TV Cultura, uma São Paulo, diretor roteirista dos documentários Os Seguidores da Glória, a Arquitetura da Unidade
Fotos dos participantes do seminário.
Por: Catarina Cavalcante de Jesus Representante Bahá'í de Mídia
Brasília - A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) lança hoje (28), às 15 horas, no Ministério da Justiça, o vídeo Diversidade Religiosa e Direitos Humanos. A cerimônia, promovida pelo Centro Popular de Formação da Juventude, terá a presença de lideranças governamentais e dos segmentos religiosos do Brasil: muçulmano, judeu, budista, cristão, matriz africana e nações indígenas.
Segundo a secretaria, a idéia é mobilizar a sociedade para o respeito à diversidade religiosa, garantida na Constituição e na Declaração Universal dos Direitos Humanos, na luta contra a intolerância, discriminação, violência e a prática da desigualdade.
Além de ser entregue aos religiosos, o vídeo deve ser enviado para as escolas.
Agência Brasil
Fonte desta notícia: Agência Brasil
SEDH lança vídeo sobre diversidade religiosa e direitos humanos
27/08/2007 - 11:00
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) promove nesta terça-feira (28), às 15h, no Salão Negro do Ministério da Justiça, o lançamento do vídeo Diversidade Religiosa e Direitos Humanos. O lançamento do vídeo, realizado pelo Centro Popular de Formação da Juventude, terá a presença das lideranças dos segmentos religiosos do Brasil (Mulçumano, Judeu, Budista, Cristãos, Matriz Africana, Nações indígenas) e governamentais.
O subsecretário de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos da SEDH, Perly Cipriano, ressalta que o vídeo será entregue as entidades religiosas. Segundo ele, a idéia é mobilizar a sociedade para o respeito à diversidade religiosa, garantida na Constituição Brasileira e na Declaração Universal dos Direitos Humanos, na luta contra a intolerância, discriminação, violência e a prática da desigualdade. "Queremos motivar o diálogo inter-religioso. Facilitar a mudança de comportamento e as atividades em relação à diversidade religiosa, fomentando o diálogo, convivência construtiva, incentivando a reflexão e a formação de uma cultura de paz e respeito à diversidade religiosa", ressalta Cipriano. Segundo ele, o vídeo também deve ser enviado para as escolas.
Além do apoio dos Ministérios da Cultura, Educação, de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e Relações Exteriores,o vídeo também conta com as entidades religiosas como aAssociação Brasileira de Liberdade Religiosa e Cidadania (Ablirc), do Centro Nacional de Africanidade e Resistência (Cenarab), Centro de Referência à Discriminação Religiosa (CRCD), Comissão Ecumênica Nacional de Combate ao Racismo (Cenacora), Confederação Israelita do Brasil (Conib), Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), Conselho Nacionalde Ensino Religioso (Coner), Coordenação das Organizações Indígenas da Bacia Amazônica (Coiaba), Federação das Associações Mulçumanas do Brasil (Fambras), Instituto Nacional das Tradições, das Religiões e das Culturas Afro-brasileiras (Intercab), Instituto Nacional e Órgãos Supremo Sacerdotal da Tradição e Cultura Afro-Brasileira (Inaesstecab), Instituto das Tradições Indígenas (Ideti), Movimento Inter-Religioso do Rio de Janeiro (MIR/RJ), Iniciativa das Religiões Unidas (URI) e União Nacional de Entidades Islâmicas (UNI).
Hora: 09:00 às 11:00: Abertura oficial “Semana da Primavera da Paz”.
-Representação da Comunidade Bahá’í de Goiânia por: José Alves Garcia
-Oração pela Paz: Unidade da Humanidade: Com: Badi Pezeshkzad
-Dia 18/09/07: Palestra na Universidade Salgado Oliveira. (UNIVERSO)
Tema: Paz e Unidade na Diversidade do Mundo. Disciplina de Ética, Valores Humanos e Transdiciplinaridade dentro dos Princípios da Fé Bahá’í.
Palestrante: Michel de Paula.
Apresentação de Power Point: Um Outro Mundo Hora:
Hora:08h30min às 09h30minh
-Dia 18/09/07: Palestra na Universidade Salgado Oliveira. (UNIVERSO)
Tema: Eliminação de Preconceitos pela Paz e Unidade no Mundo.
Disciplina de Ética, Valores Humanos e Transdiciplinaridade dentro dos Princípios da Fé Bahá’í.
Apresentação de Power Point sobre:Diversidade religiosa e direitos Humanos.
Palestrante: Badi Pezeshkzad
Hora: 19:30 às 20h00
-Dia 21/09/07: Palestra na Universidade Salgado Oliveira. (UNIVERSO)
Com: Professor: Pejman Samoori
Docente do Curso de Pedagogia -
Faculdade da Terra de Brasilia e Universidade Catolica
Engenheiro de Sistemas Mestre em Educação (UFAM)
Mestre em Ciencias Agricolas (INPA)
Ex-Diretor da Faculdade Táhirih - Manaus/AM
Membro do Conselho Deliberativo da Escola das Nações
Tema de sua palestra: Metodologia e aplicação da Pedagogia Bahá’í na Educação de Crianças e Pré-Jovens. Hora: 09h30min às 11h00
-Dia 10/11/07: Pluralidade Humana- a prática do Respeito à diversidade; étnica, racial, cultural, sexual, de gênero e de crenças religiosas.
Comunidade Bahái’i apresenta palestra de 20 á 30 minutos na Mesa Redonda sobre:
Diálogo Transreligioso
Com uma apresentação de Power Point de 12 min sobre:
Tema: Diversidade Religiosa e Direitos Humanos, e outro de 10min sobre:
Tema: 300 Mil Vozes Onde mostra a história de um plano sistemático para silenciar 300 mil vozes dos bahá’ís no Irã. Também a história de almas corajosas, fiéis à sua consciência, vítimas de perseguição, tragédia e privações por nenhuma outra razão senão a de professarem suas crenças.
Hora: 09:00h
-Dia 15/12/07: Fórum Universo da Paz Celebrações com Atuações Sociais Representação da Comunidade Bahá’í de Goiânia. Oração Bahá’í pela Paz.
Comunidade Bahá’í de Goiânia Rua C 234 Qd. 576, Lt. 02.
Bairro Nova Suíça Próximo à Panificadora Della.
32240784 / 84474270 / 99772867
&
Universidade Salgado Oliveira (UNIVERSO) Rua 105 n°. 185 Setor Sul Fone: 3238 30 00
Secretaria de Direitos Humanos lança vídeo sobre Diversidade Religiosa e Direitos Humanos
28/08/2007
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) lançou no último dia (28/08/07), no Ministério da Justiça, o vídeo Diversidade Religiosa e Direitos Humanos. A cerimônia, foi promovida pelo Centro Popular de Formação da Juventude, teve a presença de lideranças governamentais e dos segmentos religiosos do Brasil: muçulmano, judeu, budista, cristão, matriz africana e nações indígenas e outras instituições religiosas.
O subsecretário de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos da SEDH, Perly Cipriano, ressalta que o vídeo será entregue as entidades religiosas. Segundo ele, a idéia é mobilizar a sociedade para o respeito à diversidade religiosa, garantida na Constituição Brasileira e na Declaração Universal dos Direitos Humanos, na luta contra a intolerância, discriminação, violência e a prática da desigualdade. "Queremos motivar o diálogo inter-religioso. Facilitar a mudança de comportamento e as atividades em relação à diversidade religiosa, fomentando o diálogo, convivência construtiva, incentivando a reflexão e a formação de uma cultura de paz e respeito à diversidade religiosa", ressalta Cipriano. Segundo ele, o vídeo também deve ser enviado para as escolas.
Além do vídeo, foram entregues 25.000 cartilhas, documentário da Diversidade Religiosa e Direitos Humanos, é permitida a reprodução de ambos, gratuita total ou parcial, devendo-se citar expressamente a fonte de referencia.
Entre em contato com a Secretaria Especial de Direitos Humanos:http://www.mj.gov.br/sedh/
OS LIVROS SAGRADOS da Humanidade são o elo místico que une a humanidade ao seu Criador, impulsionam a civilização e fundam os preceitos para a vida em sociedade, através do aperfeiçoamento individual. As palavras detêm uma força, magia e inebriante beleza que cativa os ouvintes de corações puros e sinceros, fornecendo a cada ser humano que as ouve um sentido nobre para sua existência. É-nos inconcebível um mundo sem os sopros vivificadores da Divindade. Em todos os tempos, a história registra a presença da Palavra Sagrada permeando mentes e corações e forjando o progresso material e espiritual. Considerando que Deus não pode ser concebido ou objetivamente conhecido – uma vez que esta Realidade Suprema está além de nosso entendimento racional – Ele é, Oculto enquanto Essência e é Manifesto através de seres humanos que Ele escolhe e que, com o manto de profeta revela-nos, pelo Seu Verbo, de época em época, a Sua Vontade. Nos Livros Sagrados, Bhagavad-Gita, Antigo Testamento, Tri-Pitakas, Novo Testamento, Alcorão e Kitáb-i-Aqdas, encontramos o "verbo feito carne" nos templos humanos de Krishna, Abraão, Moisés, Buda, Jesus Cristo, Maomé e Bahá’u’lláh. Em todas estas Escrituras o homem é poderosamente convocado para seu Criador, através do exercício de virtudes como o amor, a bondade, a compaixão, a justiça, a eqüidade e a retidão. É a transcendência, a meta de cada indivíduo saber que, colocando sua vida em conformidade com os preceitos divinamente ordenados, propicia o cumprimento do objetivo de sua criação: conhecer e adorar a Deus.
Fundada na Comunidade Bahá´í de Goiânia, em 01 de agosto de 2006. A agência é responsável pela divulgação das notícias da Fé e das atividades, nos meios de comunicação como: